Olá, leitores! Sejam bem-vindos a mais um artigo informativo da FiscALL Training. No conteúdo de hoje, nosso especialista Dácio esclareceu um tópico fundamental para empresários e profissionais da área tributária: os regimes de apuração no Simples Nacional. Não perca nosso vídeo complementar, onde Dácio aborda ainda mais detalhes sobre esse assunto: https://www.youtube.com/watch?v=ZALSezeQ5Gk&t=2s

Regime de Tributação vs. Regime de Apuração

Primeiramente, é essencial esclarecer a diferença entre regime de tributação e regime de apuração. O Simples Nacional é um regime de tributação, mas possui duas opções de regime de apuração: caixa e competência.

Opção Anual e Irretratável

É importante destacar que a escolha entre os regimes de apuração é feita anualmente e é irretratável para todo o ano-calendário. Isso significa que a opção que você fez no ano anterior valerá para todo o ano seguinte. Mesmo que você perceba que fez a opção errada, não será possível alterá-la. Portanto, é fundamental ter clareza sobre suas necessidades tributárias antes de tomar uma decisão.

Prazos para Optar pelo Regime

Empresas já em atividade e optantes pelo Simples Nacional: A opção pelo regime de apuração deve ser realizada no período de apuração de novembro. Empresas abertas em novembro ou dezembro: Optam duas vezes, a primeira escolhendo o regime do ano de abertura e a segunda para o ano subsequente. Empresas abertas nos demais meses: Optam no período de apuração relativo ao mês de abertura.

Obrigação de Manter Registros

Empresas optantes pelo regime de caixa devem manter registros dos valores a receber, utilizando um modelo específico que inclui informações detalhadas sobre cada prestação de serviço ou operação com mercadorias. Esse controle é necessário para comprovar a coerência dos dados submetidos à tributação durante eventuais fiscalizações.

Dispensa para Administradoras de Cartões

Uma importante dispensa se aplica a empresas que optam pelo regime de caixa e realizam transações por meio de administradoras de cartões, incluindo cartões de crédito. Nesses casos, a empresa está dispensada de registrar individualmente essas operações, desde que anexe os extratos emitidos pelas administradoras referentes às vendas e créditos.

Conclusão

Em resumo, compreender os regimes de apuração no Simples Nacional é fundamental para empresários e profissionais da área tributária. A escolha entre caixa e competência tem implicações significativas no cálculo dos tributos. Portanto, é essencial informar seus clientes sobre essas opções e as responsabilidades que vêm com elas. Esperamos que este artigo tenha esclarecido suas dúvidas. Se você gostou do conteúdo, compartilhe-o com seus colegas da área e confira nosso vídeo complementar no canal do Youtube. Siga-nos no Instagram @fiscall_training para atualizações diárias sobre tributação.

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